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PATAGONIA...11 dias, EL CALAFATE, EL CHALTEN, CIRCUITO W (mais perninha do Q) E USHUAIA.

Posted: 29 Oct 2018 03:55 AM PDT

Dia 02 16/10/18 Dormi bem a a noite toda, só senti frio nos pés na hora de acordar, por volta das 6:30, hora em que meus pés saíram do isolante térmico e encostaram no chão. Me sentei dento da barraca, peguei minha gopro e fui fazer o vídeo, vídeo igual a um que tinha visto na internet, onde o cara abre a porta da barraca e vê a laguna Capri refletindo o #fitzroy que estava ao fundo, estava com a maior expectativa desse vídeo, mas na hora que abri a barraca...[emoji26][emoji54][emoji2962][emoji33]só tinha neve, não dava para ver as montanhas atrás da laguna, minha barraca estava coberta de neve, o bosque em volta estava branquinho. Não foi a imagem que esperava.... mas foi além... estava muito lindo tudo coberto de neve. Preparei meu reforçado café da manhã e parti para a trilha com todas as minhas cousas, pois minha segunda noite seria no camping AGOSTINI.... andei poucos metros e os dedos dos meus pés começaram a doer muito por causa do frio(Minha bota umedeceu com a neve da noite anterior,e amanheceu praticamente congelada) , tive que parar, envolver meus pés com alumínio, coloquei uma meia grossa de neve(oq me rendeu bolhas nos dois calcanhares, bolhas que me acompanharam a viagem toda e ainda estão comigo[emoji23][emoji23][emoji23]) e deu certo, o alumínio esquentou meio que instantaneamente meus pés. A trilha estava forrada de neve e o tempo super fechado, não tinha como avistar as montanhas, até que depois de um tempo, próximo ao camping poicenot, os céus se abriram [emoji119][emoji119][emoji119][emoji120][emoji120][emoji120]e vi o #fitzroy pela primeira vez, nesse momento apertei o passo para aproveitar o tempo aberto, subi bem rápido para a laguna de Los tres, chegando lá, a laguna estava toda branca por causa da neve , mas consegui ver o #fritzroy e tirar algumas fotos, até que do nada o tempo fechou novamente, então desci e peguei a trilha passando pelas lagunas Madre e Hija até o camping AGOSTINI, passei pelos brasileiros que tinha conhecido no ônibus quando estava quase chegando no camping, nevou e choveu o tempo todo, mesmo assim consegui chegar no camping às 14:30, montei acampamento, preparei almoço e fiquei enrolando lá no camping esperando o tempo melhorar, mas não aconteceu, passava muitas pessoas voltando da laguna Torre, e até ganhei um pacote de biscoitos de um casal argentino que estava voltando para Chalten. As 18hs fui conhecer a laguna Torres(+/-1km de distância) no caminho começou a chover mais forte, e quando cheguei na laguna, não dava para enxergar nada ea chuva virou neve, o jeito foi voltar ao camping , jantei e me enfiei na barraca.... fiquei enrolando vendo fotos até pegar no sono. Km percorridos 23 Gastos 0,00

Confira este roteiro com dicas especiais de Bruxelas. Boa viagem!

Posted: 29 Oct 2018 03:50 AM PDT

Bom dia Michela! Vc sabe dar informações sobre franquia de bagagens nos percursos de trem e onibus pela Europa? Iremos de Paris para Bruxelas e depois para Amsterdam. A princípio devo ir de Paris a Bruxelas de trem mas estou pensando em ir de Bruxelas a Amsterdam de onibus pois vi q a diferença de valores é bem significativa e o tempo não é tão maior assim. Mas fiquei nessa dúvida sobre as bagagens tanto no trem como no onibus! Nosso caso, iremos com malas grandes (não sei de cabeça as dimensões das mesmas) Agradeço desde já!

Alguem em Fernando de Noronha do dia 19 a 27 de novembro 2018 ???

Posted: 29 Oct 2018 03:39 AM PDT

Alguem na ilha de noronha neste periodo 19/11 a 27/11 ?

PATAGONIA...11 dias, EL CALAFATE, EL CHALTEN, CIRCUITO W (mais perninha do Q) E USHUAIA.

Posted: 29 Oct 2018 03:22 AM PDT

Vou começar meu relato de 11 dias pela patagonia . Mas já vou adiantando que minha viagem foi bem corrida...com os trechos de ônibus sempre chegando nos terminais em cima da hora de embarque, muita adrenalina e emoção. Dia 01 15/10/18 Cheguei ao aeroporto de El Calafate as 7:55hs a.m e fui direto ver qual seria o primeiro transfer para a cidade, com o ticket do transfer que sairia as 8:30 fui buscar minha mochila na esteira, embarquei no transfer e parti para o terminal de Calafate, um trajeto que levou 20 minutos e as 8:55 eu já estava embarcando no ônibus para o Glaciar Perito Moreno. Passei o dia andando pelas passarelas fotografando o glaciar de todos os ângulos possíveis . Às 16hs embarquei para o retorno, e quando eram 17:30, o ônibus estava passando pelo Centro de Calafate, então pedi para o motorista parar para mim desembarcar , pois tinha que comprar gás para meu fogareiro, fui correndo sentido o terminal , entrando de loja em loja atrás do gás, assim que encontrei, saí voado para o terminal, onde cheguei às 18hs com a porta do ônibus fechadas, mas consegui embarcar sentido el chaten. Conheci um casal de brasileiros no ônibus e fomos conversando até Chalten, lá andamos juntos pela avenida San Martin até perto do hostel deles e nos despedimos, parei no último restaurante da avenida para utilizar o Wifi e avisar minha família que estava bem, fiquei lá até por volta de 22:30, hora em que iniciei a trilha para a laguna capri, uma trilha curta de 5km com bastante subida nos primeiros kms. Na metade do caminho começou a cair uma neve bem de leve, que foi engrossando, até chegar a ponto de cobrir toda a marca de trilha no chão , após 1:20 minutos, cheguei no camping da laguna Capri, tirei o excesso de neve do chão montei minha mini barraca e me enfiei lá dentro para dormir, estava tão cansado que apaguei. Kms percorridos 13km Gastos em pesos argentinos com cotação 1 real=9 pesos Transfer 250 pesos Onibus ida e volta para glaciar 600 Entrada do parque glaciares 650 Ônibus para Chalten 800 Gás 300

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Posted: 29 Oct 2018 02:28 AM PDT

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Continental Mordialloc offers a comprehensive range of car services to our customers

Posted: 29 Oct 2018 12:25 AM PDT

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Viagem para Ushuaia 2019

Posted: 28 Oct 2018 11:00 PM PDT

Rapaz eu me interesso muito eu estou procurando algo para ir com a minha namorada se ainda estiver de pé posso mas combinar sim ..

BUSCO COMPANHIA SP/BR PARA MACHU PICHU MOTO

Posted: 28 Oct 2018 10:52 PM PDT

Boa tarde pessoal .. estou a procura de algumas pessoas para uma viagem de moto de São Paulo até Machu Picchu.. Tenho uma Ténéré 250.. Viagem para Fevereiro de 2019, gostaria de uma viagem a moda.. tomar café na estrada, observar esse mundão nosso... Provavelmente levarei minha namorada então a viagem deve ser por volta dos 110 km/h .. 🛵

Roteiro - México 20 dias

Posted: 28 Oct 2018 10:24 PM PDT

Acho que na cratera está proibido, mas no Parque é permitido. O trajeto todo é sinalizado, mas se conseguir carona até a cratera seria o ideal. Aí tem várias trilhas e tem a opção de subir até o ponto mais alto do vulcão, mas precisaria de equipamento especial.

10 dias no Egito | Março 2019

Posted: 28 Oct 2018 10:19 PM PDT

Olá pessoal! Vou para o Egito em Março de 2019 e estou em busca de alguém que curta a história do país e seja bem tranquilo para viajar gastando pouco... o maior passo eu já dei que foi comprar a passagem. Chego no Cairo no dia 22/03 saindo de Millão na Itália. Ainda não estou com roteiro 100% pronto mas ai vai um rascunho: 22/03 - Cairo (chegada cairo de tardezinha) 23/03 - Cairo (passeio nas piramedes, trem a noite para Aswan) Cairo > Aswan 24/03 - Aswan (visita a cidade e Philae) 25/03 - Aswan (visita Abu Simbel) 26/03 - Aswan > Luxor 27/03 - Luxor (Karnak e Vale dos Reis) 28/03 - Luxor 29/03 - Luxor > Cairo 30/03 - Cairo (Conhecer a cidade) 31/03 - Cairo > Atenas (Daqui vou pra Grécia.. se alguem topar tb hehe) Quero fazer tudo de trem ou bus, gastando o mínimo possível. Estou com o roteiro super aberto, até mesmo para adicionar mais dias. Pensei ainda em ir para Hurghada pegar uma praia depois de Luxor e depois ir para o Cairo. Alguém afim?

Portugal/Espanha/Itália/ Novembro

Posted: 28 Oct 2018 08:45 PM PDT

Fala galera! Saindo da Ásia e na primeira semana de novembro indo pra Portugal... alguém aí com a mesma rota? Se embora ?

Natal/ Réveillon La Paz 2019

Posted: 28 Oct 2018 08:32 PM PDT

Olá, Lorena. Chego em La Paz dia 30/12 com roteiro aberto. Além de passar o ano novo em La paz, pretendo conhecer copacabana, puno, arequipa, cusco, matchu pitchu e retorno dia 21/01. Animo d+ marcar alguma coisa. ✌

Peru light em Setembro de 2018 - Lima e Cusco (incluindo Machu Picchu)

Posted: 28 Oct 2018 08:21 PM PDT

Gente, tem alguém aí ainda me acompanhando?

Buenos aires 02 de novembro a 9

Posted: 28 Oct 2018 08:17 PM PDT

Chegando dia 2 em buenos aires.

Argentina - Buenos Aires - 2 à 7 de novembro

Posted: 28 Oct 2018 08:16 PM PDT

Bora marcar de tomar uma gelada por lá. Tava olhando e vi uns lugares excelentes, como o bar Uptown!

Peru light em Setembro de 2018 - Lima e Cusco (incluindo Machu Picchu)

Posted: 28 Oct 2018 08:15 PM PDT

Nós em Moray O grupo descendo e subindo morro Mais de Moray Nós e as Salineras de Maras Maras - quando você olha as fotos e acha que não tem quase nenhum turista... Na entrada de Ollantaytambo Ollantaytambo Subindo atrás do guia (de boné e mochila) Vista lá de cima (estão vendo uma "casinha" no meio da montanha que está bem de frente?! Nos explicaram que é como se fosse um refrigerador deles, pra guardar comida e ficar fresquinha Rodrigo tirando a foto Subimos mais... Lá em cima, pedras imensas e de formatos cheios de significado... Mais da parte de baixo do sítio arqueológico E mais da parte de baixo de Ollantaytambo, como eram as casinhas na época dos Incas.

Work Exchange na Bolívia e Peru

Posted: 28 Oct 2018 07:47 PM PDT

olá, noa noite. Quero fazer Work Exchange pela bolívia e peru. mas tipo pretendo ficar apenas por 1 mês na bolívia e 2 meses no peru. Alguém sabe se é necessário ter visto de trabalho, ou como vou ficar só durante o tempo que não necessita do visto no país, não precisa ?????? E se tiver alguém indo em janeiro2019 será interessante ter companhia. 😁😁😁

Viagem para Los Angeles - Deembro 18

Posted: 28 Oct 2018 07:47 PM PDT

Olá procuro companhia para viagem a Los Angeles em Dezembro 2018 ( 08/12 a 22/12) Já tenho as minhas passagens. Obrigada! Silvia

Hawaii - dezembro 2018

Posted: 28 Oct 2018 07:44 PM PDT

Olá eu tenho passagens compradas para Los Angeles, mas creio que posso mudar, minha vigem estava marcarda para 08 de dezembro. Para quando é sua viagem? Obrigada! Silvia

Peru light em Setembro de 2018 - Lima e Cusco (incluindo Machu Picchu)

Posted: 28 Oct 2018 07:33 PM PDT

No dia seguinte acordamos moídos e com muito sono... nosso novo quarto do hotel, agora no terceiro andar, ficava de frente para a rua e para o Qoricancha. A vista era linda, mas não dormimos nada com o barulho da rua, muita gente querendo badalar (ainda mais que foi sábado!), fazendo muito barulho de madrugada. Nos aprontamos, tomei mais chá de coca no café da manhã (e sempre com as balinhas na bolsa) e fomos para o saguão esperar o guia, antes das 8h da manhã. Esperamos, esperamos... chegou 8:30 e ninguém apareceu. Rodrigo falou para ligarmos para a Condor Travel para saber o que tinha acontecido e pedi para ele falar em espanhol com eles, porque eu já tinha falado no dia anterior. O hotel ligou para a empresa novamente para nós, e após explicar pelo telefone o que tinha acontecido, ele falou que uma senhora (deve ter sido a mesma que me atendeu no dia anterior) ficou brigando com alguma outra pessoa pelo telefone (que a gente acha que era o guia) e depois falou que um rapaz iria nos buscar de táxi no saguão do hotel, pela Condor Travel. Achamos estranho, mas não tinha como ser diferente. Ficamos esperando e depois de alguns longos minutos (já não tinha mais nenhum turista esperando por seus passeios no saguão do hotel, só nós mesmo), apareceu um rapaz bem moreno, com cara de inca... ou melhor, de índio peruano, perguntando pelos nossos nomes. Nos apresentamos, o seguimos e entramos no carro, que tinha uma plaquinha de táxi em cima. O carro seguiu pelas ruas de Cusco, o motorista mudo, ouvindo reggaeton e de vez em quando cantava junto com a música. Ele parou em um sinal de trânsito e saiu do carro e tirou a plaquinha de táxi em cima do carro, guardou na mala... Nos entreolhamos Rodrigo e eu. O carro continuou, motorista mudo, reggaeton tocando no rádio, passou acho que por todas as ruas de Cusco, começou a subir ladeiras, chegou em um lugar muito, mas muito pobre, calçadas de terra, lixo por todo lado, cachorros revirando o lixo, vendinhas de frente para a estrada, casinhas sem acabamento, muita gente simples transitando. Parou no sinal de trânsito. Nos entreolhamos de novo... fiquei olhando os ônibus que passavam e se algum tinha escrito alguma coisa que se parecesse com "centro da cidade", pra caso a gente ficasse perdido por ali, pedir carona e poder voltar. Rodrigo disse pra mim depois que ficou pensando que se fôssemos largados por ali,poderíamos ser depenados em 1 minuto. Toda a população local tinha face de índio peruano e nós não. O carro continuou e passou por alguns lugares mais rurais e continuamos tensos. Até que entramos em uma localidade mais urbana (Que depois vi que era Chinchero) e o motorista parou o carro e ficou ligando de celular para vários contatos... e nós ainda tensos. Até que ele descobriu que tinha que falar com um tal de Jorge. E aí ele ligou para o Jorge pra perguntar onde o mesmo estava. Descobriu o nome da rua, mas não a encontramos. Fomos para frente e voltamos no retorno umas duas vezes e nada... Ele começou a perguntar para os locais onde ficava a rua e ninguém sabia onde ficava. Foi até engraçado, porque ele chamada todos os senhores de "papi". Até que ele ligou de novo para o Jorge e pediu por uma localização melhor e o Jorge ficou nos acenando na esquina da rua, quando passamos por ali o achamos. O carro entrou na rua, parou perto da van, agradecemos e saímos para entrar na van. O guia, que era o tal do Jorge, ficou brincando que estávamos atrasados e eu não gostei da brincadeira, afinal o erro não foi nosso. Entramos na van e qual não foi nossa surpresa ao ver que quase todas as pessoas do passeio de ontem estavam na van novamente?! Adoramos! Fizeram festa quando entramos e ficamos felizes. Estavam os mexicanos, os colombianos e o casal espanhol. Nos perguntaram o que tinha acontecido e falamos que não sabíamos, tinham nos esquecido no hotel, e foi aí que o casal mexicano comentou que isso também aconteceu com eles no dia anterior, por isso que chegaram atrasados no Qoricancha. Perguntamos o que tínhamos perdido do passeio até ali e o casal colombiano nos informou que eles tinham visitado uma outra comunidade de produção de lã de alpaca, vicunha, etc, parecida com a do dia anterior. Seguimos de van para a próxima parada, passando por paisagens mais rurais. Chegamos em Moray. Chegando lá, o guia nos informou que teríamos que comprar um novo boleto parcial de entradas (com os tickets dos lugares que iríamos visitar naquele dia, diferente do que tinham nos dado no dia anterior) por nossa própria conta e depois a empresa ia reembolsar... O guia nos deixou na fila e entrou com o grupo. Ficamos chateados, mas acabamos aceitando... mas ficamos mais chateados ainda quando descobrimos que após enfrentar toda aquela fila de compra de ingressos, eles só aceitavam a compra em dinheiro vivo (não aceitavam cartão) e tínhamos quase o valor todo em Soles (faltava tipo uns 20 soles pra gente)... sorte que o Rodrigo tinha levado todos os soles que tínhamos e mais alguns dólares. Como iríamos fazer?! A vendedora do guichê falou que poderíamos trocar o dinheiro lá dentro. Entramos, a contragosto do pessoal que fica organizando a entrada, e explicamos que tínhamos que trocar o dinheiro. Nos indicaram uma portinha de uma casa, entramos e o lugar estava meio vazio, com umas cadeiras apenas e entrou também um rapaz com uma pochete que falou que poderia trocar o dinheiro pra gente. Fez um câmbio horrível pra gente, mas não tínhamos outra opção. Trocamos o que estava faltando e voltamos para a bilheteria. Fiquei na fila pra segurar o lugar (a fila estava pior do que antes) e Rodrigo foi direto ao guichê, a moça aceitou que ele furasse a fila e lhe entregou as entradas. Agora sim, entramos direitinho, com os funcionários da entrada fazendo uma cara melhor, furando o ticket referente ao sítio arqueológico visitado. Avistamos o grupo e fomos nos encontrar com eles. O guia novamente brincou que éramos os "atrasadinhos" e recomeçou a explicar a história do lugar. Fiquei chateada com aquela brincadeira, pois não éramos os culpados por estarmos atrasados. O guia explicou que Moray tem várias plataformas circulares que a princípio achavam que eram anfiteatros. Mas depois chegaram à conclusão que funcionavam como um centro de pesquisa agrícola, onde cada nível oferecia um ambiente climático diferente e servia para cultivar diferentes plantas de forma experimental. Eles eram regados por meio de complexos sistemas de irrigação. Tudo muito interessante. Nos levou morro abaixo para ver de perto um dos sistemas de plataforma e disse para sentirmos a energia do lugar, respirar profundamente 3 vezes e nos darmos as mãos para fazermos uma corrente de energia. Infelizmente não é possível mais entrar nessas plataformas... Mas nos contentamos em ver do lado de fora. Subimos novamente morro acima e visitamos mais dois desses complexos de longe, tiramos várias fotos e voltamos para a van. Entre um complexo e outro de plataformas, o guia perguntou se estávamos lá ou tínhamos ficado para trás de novo, brincou novamente que éramos os atrasados, pois às vezes ficávamos tirando fotos e chegávamos por último. Foi aí que não aguentei e falei que a culpa não era nossa, pois estávamos no lugar combinado, na hora certa. O guia deve ter ficado sem graça e ficou brincando com a gente sobre outras coisas e perguntou de onde éramos e ficou falando bem de nossa cidade.. Mas não deixei de ficar chateada com a situação. Seguimos em direção às Salineras de Maras. No meio do caminho, o guia ia explicando o que iríamos visitar, mas diferente do guia do dia anterior, não tinha microfone e era difícil pra nós entendermos o que ele falava com o barulho da estrada, ele lá na frente da van e nós lá atrás porque chegamos por último. A caminho de Maras, paramos em um mirante, para olhar de longe e vimos como o lugar é lindo! Foi nessa hora que o guia explicou que iria nos ressarcir o dinheiro do ticket e depois a empresa pagava pra ele. Foi nos dar o dinheiro no mirante, mas estava ventando muito e até falei pra tomar cuidado para o dinheiro não voar! Ficamos mais tranquilos, mas não menos chateados com toda a situação. Entramos nas Salineras (não precisava daquele ticket parcial. O guia nos deu um papelzinho, que era como um ingresso, mas ninguém nos pediu nada na entrada) e o guia nos explicou que a água corre pela montanha e vai "coletando" o sal da terra, pra em seguida encher os platôs na montanha e quando a água evapora, o sal fica nos platôs, a comunidade coleta e vende produtos com esse sal. Tudo é perfeitamente posicionado, até quando o sol bate na montanha, ele também ajuda nesse processo. Incrível! Tiramos várias fotos e, experimentamos alguns produtos da feirinha, o guia nos convidou a experimentar a água que corria na canaleta e ver como era salgada. Falei que tinha dificuldade em me abaixar por causa da coluna e a colombiana me perguntou o que eu tinha... err... ahnnn... como se explica em espanhol hérnia de disco?! Falei em português e ela me entendeu, porque é praticamente igual! Hehehehe. Ela me explicou que também tinha e o tratamento que ela tinha feito e que fazia Pilates... Ih, eu também! Hehehe! Acabou que abaixei e experimentei a água salgada e quentinha e o Rodrigo me "guinchou" pra cima (ahahaha que vergonha!), pois além da dor em abaixar, de tanto evitar abaixar pra coluna não doer, as pernas não estão tão fortes como antes! Bem, após ficar algum tempo lá nas salinas, voltamos para a van e o guia nos explicou que iríamos almoçar pra depois ir a Ollantaytambo. A van seguiu e entrou no meio da estrada em um restaurante que não lembro o nome, que era como uma grande casa com jardim bonito. É daqueles restaurantes que se paga um preço fixo e pode se servir do que quiser. Estava tudo muito gostoso e comemos muito. As bebidas pagava à parte. Nos serviram Pisco Sour como cortesia e brindamos. Após comer e pagar as bebidas, seguimos para a van e fomos para Ollantaytambo. Pegamos um pouco de trânsito na entrada da cidade, a van estacionou, percorremos um caminho entre uma feirinha e entramos no sítio arqueológico apresentando o ticket parcial novamente para ser furado no lugar da visita. Eu tinha uma ideia diferente de Ollantaytambo antes de entrarmos. Achei que seria igual a Sacsayhuaman, como uma fortaleza... mas fiquei muito surpresa ao ver que era uma cidade, as pedras eram iguais, mas eram diferentes! Hehehe! E era uma cidade linda! Subimos vários degraus e parávamos em alguns pontos estratégicos para o guia nos explicar sobre a cidade e como ela prosperou e como tudo funcionava. É difícil transmitir tudo o que ele nos falou, só posso aconselhar que vocês vão e sintam, vejam tudo e ouçam todas as explicações com seus próprios olhos e ouvidos. O guia nos explicou que o lugar onde estávamos tinha formato de lhama e nos convidou a subir mais ainda até a suposta cabeça da lhama e eu virei para o Rodrigo e falei "não quero", fazendo careta. Confesso que tive muito medo de subir aqueles degraus irregulares todos de pedra, com a minha coluna do jeito que está... Mas até que ela se comportou muito bem! E eu já falei que o nosso guia era um senhorzinho?! Pois é... e ele ia com o cajado dele subindo, no ritmo dele, devagar e sempre... E eu aproveitava pra ir atrás, pois o ritmo dele estava bem bom pra mim! Hahaha Subimos até quase e o céu e eu não cansava de me surpreender com o lugar! Descemos todos os degraus novamente até um outro pedaço do sítio, onde mostrava como eram as casinhas na época dos Incas e nos reunimos novamente e o guia nos agradeceu a todos por estarmos ali. Voltamos para a van em seguida e voltamos nosso longo caminho de volta para Cusco, primeiramente conversando todos sobre os países de todos nós que lá estávamos, as comidas, as culturas, tudo. E todos anotaram o nome do guia Jorge para ligar para a Condor Travel para pedir para no dia seguinte ser o mesmo guia do grupo novamente. Confesso que não morri de amores pelo guia não e chegamos tão cansados que acabamos não ligando para pedir nada. A van deixou os colombianos em um ponto no meio do caminho, em ollantaytambo mesmo, onde iriam ficar para no dia seguinte irem a Machu Picchu. Depois deixou os mexicanos e os espanhóis em um hotel bem bonito em Urubamba (outro lugar no meio do caminho), parecendo um sítio, para igualmente irem a Machu Picchu no dia seguinte e voltamos nós (Rodrigo e eu), o guia e o motorista para Cusco, cochilando, cansados, mas satisfeitos com o passeio legal que fizemos (e passamos por todos aqueles lugares de novo que passamos com o rapaz do táxi na ida, agora na volta!). Voltando para Cusco, seguimos para o restaurante que tínhamos procurado no dia anterior chamado Hanz Homemade Crafts And Beers, um lugar pequenininho, mas muito ajeitadinho e que o dono (um oriental muito simpático) faz questão de mimar os clientes. Ele serve água para purificar, antes da alimentação, e dá um uma frutinha de presente no final. Pedimos sanduíches que estavam bonszinhos, comemos e voltamos para o hotel, com um frio de rachar nas ruas. Descansamos, para no dia seguinte, conhecer a cereja do bolo: Machu Picchu!

[Chile e Bolívia] Atacama, Potosí, Sajama e Arica (15 dias)

Posted: 28 Oct 2018 07:16 PM PDT

Olá pessoal! Seguindo a tradição de sempre devolver um pouco que esse fórum lindo ajuda a gente nos nossos roteiros, aqui vai a nossa mochila(dinha) de 15 dias desse ano. Regina (minha namorada) e eu tivemos de férias, juntos, os dias 15-07 a 30-07. ------------- Caso queiram complementar esse roteiro, vejam o dela nesse link, como ela fala em valores, eu vou focar em outros aspectos, bele? -------------- Decidindo aproveitar o máximo, fizemos um roteiro que passamos pelas seguintes cidades: San Pedro de Atacama (3 dias) Uyuni (apenas passagem) Potosí (2 dias) Uyuni (1 dia) Oruro (apenas passagem) Patacamaya (apenas passagem) Sajama (5 dias) Arica (1 dia) Foi mais ou menos assim: [aereo] São Paulo - Santiago (15/07) Saímos daqui de São Paulo de noite, pra pegar aquela maratona de aéreos na madrugada. Nosso voô saiu à meia noite com destino a Santiago e a expectativa era ficar 1 ou 2 horinhas no aeroporto no Chile e já pegar o seguinte pra Calama. [aereo] Santiago - Calama (15/07) Nunca tínhamos pego vôos assim, foi bem cansativo. Além disso, esquecemos de pensar no fuso horário que adicionou uma hora a mais na brincadeira. Mas aguentamos firme, nos ferramos nas comidas de aeroporto que são uns 30% mais caras, mas enfim chegamos em Calama. Calama (15/07) Chegamos em Calama de manhãzinha, lá pelas 7h. Uma das vantagens de viajar nesses horários malucos é pegar o nascer do sol no avião🤩 Vista do avião logo quando chegávamos em Calama [transfer] Calama - San Pedro de Atacama (15/07) Chegamos em Calama exaustos. Não conseguimos pensar me muita coisa além de ir no banheiro e buscar um transfer pra San Pedro. Na saída do aeroporto tem vários e, até onde saiba, todos confiáveis saindo a cada 15-20min. [transfer] Calama - San Pedro de Atacama (15/07) O transfer dura mais ou menos 1h (100km) numa estrada lindássa que já da pra ter uma ideia do que se vai encontrar pela frente. Obviamente dormimos metade, mas a outra metade apreciamos o rolê rs San Pedro de Atacama (15/07 a 18/07, 3 dias) Dia 1 (15/07) Chegando em San Pedro, pedimos para o motorista nos deixar no Ayllu de Larache. Tínhamos reservado no Airbnb do Jorge, que a indicação era nesse local. Aparentemente era um local facilimo de chegar, seguindo a calle Tocopilla um pouco depois de sair do centro do povoado. Tivemos uma pequena dor de cabeça pra encontrar um lugar que era mais fácil do que parecia. Andamos, andamos, andamos, andamos... Pensamos que Ayllu de Larache era uma espécie de rua ou viela que chegávamos da carretera; TODAVIA, CONTUDO, ENTRETANTO Ayllu é como eles chamam os pueblos que foram a cidade de San Pedro (tem o Ayllu de Larache, tem o Ayllu de Quitor, o Ayllu de Sequitor, etc. etc.). Resumindo: era só a gente ter saído da carretera que estávamos na frente da pousada deles. 😑😑😑 Chegando finalmente lá, fomos recebidos pelo Jorge, é um cara muito simpático. Ele e o pai dele, o Don Antonio, construíram as cabanas e administram o lugar. Quando chegamos nosso quarto ainda não tava liberado. Eles nos receberam na propria casa deles, fizeram café/chá e assistimos a final da copa. Quando nosso quarto foi liberado fomos descarregar as coisas, tomar um banho e descansar um pouco. O banheiro é fora do quarto, mas super limpo, grande e confortável; água SUPER quente, o que conta bastante quando se vai tomar banho no fim da tarde (lá faz muito frio tarda pra noite). Nosso humilde jardim de frente na pousada do Jorge ❤️ Mais a noite com as bateria carregadas, fomos pra cidade pra jantar e olhar preços de passeios. O Jorge sempre que está livre, se oferece pra dar caronas pra cidade no carro dele; mas é super perto, da uns 10-15min a pé, e mesmo a noite (apesar de escuro e precisar de uma lanterna) é bem tranquilo o caminho. Como boa parte do dia as pessoas estão fazendo os roteiros, a cidade começa a funcionar mesmo no meio da tarde e todas as agencias ficam abertas até umas 20h. Depois de almoçar e fazer cambio na calle Caraoles (ali tem uma loja atrás da outra pra comparar a cotação), começamos a pesquisar preços de passeios. Fechamos com umas brasileiras no Janaj Pacha o roteiro das Lagunas Altiplanicas e o passeio Astronomico para o dia seguinte. Dia 2 (16/07) No dia seguinte acordamos cedinho e saímos às 6 da matina pra nos arruar pro roteiro que tínhamos programado. Eles saem cedinho pra aproveitar bastante a manhã. O roteiro, além das Lagunas Aliplanicas, ainda passaríamos no Chaxa (aquele dos flamingos!) e nos povoados de Socaire e Toconao. Acho que de todos os rolês, é o que passa por mais lugares. Nossa van chegou britanicamente no horário e, como descobrimos ao longo do caminho, o motorista era competentíssimo e nos fez chegar em todas as atrações antes de um grande volume de turistas/vans se acumularem; ponto de ouro nesses rolês! Pegamos quase todas as atrações vazias e com pouquíssimas pessoas. Apenas uma coisa: podemos até postar várias fotos aqui e vocês podem ver tantas outras: mas na real o bagulho é muito mais doido. Foto raramente da pra se ter escala das coisas, e no Atacama tudo é monumental, principalmente as Lagunas! Vista das Lagunas (não lembro se essa era a Miscanti ou a Miñiques rs) Ah bom lembrar : as Lagunas ficam em local que bate 4.000m+ de altitude, então leve suas ojas de coca. Nesse rolê eu já descobri que meu organismo não se da muito bem quando passa dos 3.500m e comecei a experimentar dores de cabeça bem desagradáveis, principalmente depois da descida. A partir daqui, meu amigo de todos os dias (e noites!) foi uma boa cartela de paracetamol. Na volta nos deixaram na cidade lá pelas 13h. Almoçamos nos famosos trailers do centro da ciadade, melhor local pra conseguir uma comida simples e relativamente barata por San Pedro (infelizmente se gasta muito com comida). Daí passeamos um pouco pelo centro, mas logo voltamos pras cabanas porque minha dor de cabeça estava insuportável. Voltando, o Jorge nos indicou um mercadinho nas cercanias, onde fomos várias vezes fazer compras e economizamos MUITO. No nosso quarto ainda tinha uma mini-cozinha, então pudemos variar entre lanches e umas comidinhas rápidas. Recomendamos! Mais a noite, voltamos pro centro da cidade pra jantar e fechamos o roteiro astronômico com o proprio Janaj Pacha; importante ressaltar que, apesar de termos fechado com eles, por ser um roteiro bastante específico, eles repassam pra outra pessoa Comemos uma pizza de palta/abacate com palmito e azeitonas + cerveja cusqueña no Pachacutec, recomendamos! Dia 3 (17/07) No dia seguinte acordamos bem devagar, sem olhar no relógio e sem despertador. Passamos pela manhã novamente no mercado pra estocar água e comprar mais coisinhas pra viagem. Info importante pra quem quer ir à Uyuni sem ser pelo Salar: Também aproveitamos esse dia pra irmos até o centro novamente pra comprar a passagem de ônibus até Uyuni na Rodoviária.Existem três empresas que fazem o trajeto, mas apenas uma sai de San Pedro de Atacama: a Cruz del Norte, com saídas diárias às 3AM. As outras duas (Atacama 2000 e outra que não me lembro o nome) vendem em San Pedro mas só saem de Calama com saídas diárias às 5 e 6 da manhã, fazendo com que a pessoa vá pra lá um dia antes e pernoite por lá, já que o primeiro busão pra Calama é muito tarde pra conseguir pegar esse vai até Uyuni. Na dúvida, se forem fazer esse trajeto, vão de Cruz del Norte que é bem mais cômodo! De noite fomos para o roteiro Astronômico. Combinamos com as meninas do Janaj Pacha de nos encontrar umas 20:30 pra que elas nos apresentasse a galera que nos levaria. Como tínhamos jantado em caso nesse dia, buscamos um lugar pra tomar um café; mas um café CAFÉ. Toda pessoa que toma café diariamente tem um baque em San Pedro, porque lá eles só servem café instantaneo. Nossa busca nessa noite foi por isso! rs Único lugar que encontramos um foi no Barros Cafe e, olha, recomendamos! O roteiro em si foi ótimo e também recomendamos! Eles nos levam pra uma casa num local afastado da cidade onde estudantes de astronomia fazem essa atividade. Consiste basicamente em aprender a ler o céu estrelado (que em Atacama é BEM visível) e depois focalizar em estrelas, nebulosas, e planetas. Pra quem gosta, é prato cheio! [busão] Uyuni - Potosí (18/07) Jorge novamente foi MUITO solícito e nos ajudou a chegar ao centro da cidade às 3 da madrugada. Não pediu nada em troca da carona, mas fizemos questão de pagá-lo. Chegando lá tinham várias pessoas esperando (cerca de 10-15); o ônibus foi quase cheio. Seu caminho também passa por Calama, fazendo uma pausa longa pra encher o ônibus. A viagem em si é linda e sugiro que façam nesse horário, pois aproveitam a estrada do amanhecer até a tarde, vendo todas as mudanças de vegetação! É lindão! Você acaba nem percebendo as 10 horas de viagem rs Vista da parada na migra -- que frio!! [busão] Uyuni - Potosí (18/07) Chegando a Uyuni, como tínhamos desistido da ideia de ir ao Salar por que$$tões de ordem financeira, usamos a passagem só como pulo pra conhecer Potosí, um sonho antigo de historiador (o/). Chegando por lá, também não tinhamos boletos, mas não foi difícil de conseguir. Tem várias companhias que fazem a cada 15-30 min o caminho pra Potosí. Foram mais 4 horas de viagem, chegando já num limite de corpo/mente hehe Potosí (18/07 - 20/07, 2 dias) Dia 1 (18/07) Chegamos no fim da tarde em Potosí. Alugamos o apartamento do Luís/Anita inteiro pelo Airbnb bem no centro, local perfeito. Mas melhor que a localização é o próprio apê: é um sobradinho antigo, onde eles moram na parte de cima e o apartamento dos fundos fica independente. Tem sala, cozinha equipada, banheir(ão!) e uma cama confortabilisisma. Depois de uma viagem laaaaaaaaarga como fizemos, foi um porto seguro chegar no apartamento deles! No dia saímos só pra jantar e dar uma breve reconhecida no quarteirão. Como estava tarde, não queríamos arriscar, mas pareceu bem tranquilo à noite. Além disso, Potosí fica a quase 4.100m acima do nível do mar, uma das cidades mais altas do mundo. Tive já na chegada problemas com a altitude e não tinha como ficar arriscando. O destino depois do jantar foi paracetamol, chá de coca e cobertor! Nossa peatonal charmosa na noite que chegamos, linda demais! Dia 2 (19/07) Não tínhamos muitos planos pra Potosí. Sabia só que não queria fazer o tour antropologico de conhecer as minas (ainda em funcionamento) nem a praça onde os mineiros vão pra trocar cigarro. Mas Potosí é uma cidade colonial. E o que cidades coloniais tem de melhor? I-gre-jas! Primeiro fomos na base de turismo, que já fica numa antiga Torre de la Compañia de Jesus que os jesuítas construíram no séc. XVIII. Ali você pode já ver suas primeiras vistas panorâmicas da cidade, do alto da torre. Depois rumamos pro Convento de la Iglesia de San Francisco, onde você pode visitar os quartos dos antigos padres residentes, mas o prato principal é o mirador e as criptas! O mirador foi o melhor que visitamos, pois se pode percorrer por uma boa parte do telhado (e se não se segurar bem, o vento te leva!). Vista do mirador da iglesia de San Francisco -- quem aí conhecia a versão Assassins' Creed Bolívia? A parte chata de Potosí, pelo menos pra mim? Dei game over no primeiro rolê. Dor de cabeça constante, não aguentei a altitude de lá. Fomos de lá direto pro apê e recolhemos os hominhos do campo. Sorte que uma baita chuva armou e, de fato, não íamos conseguir aproveitar muito mais. Nisso, valeu muito a pena mais uma vez a escolha do apê do Luís e da Anita! Dia 2 (20/07) No segundo e último dia em Potosí, tínhamos três missões: conhecer mais alguma igreja, trocar dinheiro e voltar a tempo do almoço para partirmos pra Uyuni novamente. Primeiro fomos na Iglesia Catedral que fica bem no centro do centro da cidade. É lindíssima e também possui um mirador do alto de uma das torres. Como Potosí é uma cidade bem alta e o centro não tem quase predio, os mirantes são sempre passeios bem legais rs Mais um mirador pra conta, mais uma vista linda! Agora a missão trocar dinheiro: onde? Nos indicaram a Casa Fernandes, tradicional e segura, mas não vimos nenhum dos dias aberta. Daí indicaram o mercado em uma galeria perto do mercado municipal, que fica em uma praça na parte de trás da calle Junin. É uma galeria bem simples com boxes pequenos e, pelo que entendemos, todas fazem cambio! Missões cumpridas, voltamos pro apê pra almoçar e pegar nossas coisas e ir de volta pra Rodoviaria. [busão] Potosí - Uyuni (20/07) No caminho de volta, nenhuma surpresa. Vários ônibus diários de Potosí a Uyuni e super fácil de comprar. Chegando uma hora antes, é suficiente. Dica: Todos os terminais da Bolívia cobram taxa de embarque separadamente da passagem (alguém sobre no ônibus antes dele sair e vai cobrando). É coisa pouca, 1bob, mas é bom guardar moedas pra isso! Nós não guardamos e passamos vergonha haha Uyuni (20/07 a 21/07, 1 dia) Chegando a Uyuni já no fim da tarde, fomos pro nosso hostel. Alugamos um quarto privativo no Hostal Oro Blanco (https://www.hostaloroblancouyuni.com/). A cidade é bem pequena, e a área turística, então, ocupa uma dúzia de quarteirões no máximo. A cidade em si só existe como dormitório e suporte para os turistas que vão ao Salar. Como nossa intenção principal era chegar no parque Sajama, apenas dormimos no hostel para pegarmos o trem no dia seguinte a Oruro. E realmente, meio dia foi mais que suficiente pra uma cidade que não tem absolutamente nada haha Único destaque, caso passem por aqui, é o restaurante Pachamama. Ele fica logo virando a esquina à direita na peatonal em sentido contrário à estação ferrocarril. É um restaurante muito simples, que só uma vozinha boliviana atende; tenha paciência, pois ela anota os pedidos e faz a comida (e quando dizemos faz, ela FAZ, do começo ao fim). Muita gente entrou e saiu nervosa porque não foi atendido; nós não tínhamos pressa e fomos recompensados com a melhor comida de vó ❤️ Além de comida de vó, tem chazinho de coca vó! Aquece o coração ❤️ [trem] Uyuni - Oruro (21/07) Pegamos o trem noturno. Coloco aqui dia 21 pois compramos o da meia noite. São algo como 4 saídas semanais a Oruro, por duas companhias diferentes. Dica: O valor é muito barato, portanto, não economizem se forem no inverno e no noturno. A classe econômica é um FRIO da porra! Ainda mais o dia que fomos, que nevou. Aí já viu, viramos pinguim no trem haha [van] Oruro - Patacamaya (22/07) Aqui começou a parte incerta do roteiro. De Oruro até Sajama tínhamos apenas indícios de como chegar. Mas no fim é bem simples! Primeiro que a estação de trem não é próxima a de ônibus. Não parece ser tão distante, também, mas no horário que chegamos (7h) o ideal era pegar um táxi. Já no táxi perguntamos como faríamos para chegar até Patacamaya, o ponto médio até Sajama. Na rodoviária o taxista gentilmente nos deixou perto das vans e nos apontou quais pegar. Aparentemente as vans saem com bastante recorrência; chegamos lá e tinha uma pronta pra sair. Esperamos algo como 15-20 min para encher o carro e partimos. A viagem durou cerca de 1h30, no máximo, num caminho bastante tranquilo. [van] Patacamaya - Sajama (22/07) Chegamos a Patacamaya estourando 9 da manhã. Sabíamos, segundo relatos, que uma van saía daqui às 13h. Chegando lá, uma confusão do cacete na rua que servia como terminal de ônibus, vans, mercado e tudo mais (além da lama da neve que tinha caído e tava secando rs), fomos procurar onde saía a tal da van pra Sajama. "Ahí!", "Allá", "Más adelante!", "En frente del mercadito"... nossa referencia era que as vans saíam em frente ao "Restaurante Capitol"; não encontramos o tal restaurante, mas encontramos as vans. Haha Não sei se a quantidade de vans e horários aumentaram, mas quando chegamos já estavam enchendo uma pra partir. Estávamos em dois (Regina e eu) e mais três franceses. Esperamos algo como 30-45 min ali; como não vinha ninguém, o cara da van decidiu partir com 5 mesmo e bem mais cedo que o esperado, às 10h. Dois parêntesis aqui: Tudo na nossa viagem deu certo, tudo. Mas conversando com os franceses, vimos que tivemos foi sorte e estávamos certos em esperar algum contratempo. Eles tiveram. Vieram de Oruro a Patacamaya um dia antes que nós, mas ficaram presos na cidade por conta da nevasca que fez as estradas até a divisa com o Chile fechar. A Regina foi até o banheiro em Patacamaya. Era um dos "baños publicos", porém dentro da casa de uma pessoa. Ela entrou, a porta trancou e quando foi sair a pessoa estava longe e ela ficou um bom tempo pra conseguir sair; se forem aproveitar a parada pra ir no banheiro, vão em dois rs Chegamos a Sajama depois de umas 3 horas de viagem e, quanto mais avançávamos na estrada mais neve víamos. Parece que a nevasca tinha sido das brabas mesmo; sorte pra nós! Essa era nossa visão na estrada. Achávamos que tínhamos nos ferrado... ...masss nossa sinhora da boa viage ajuda bastante nois, e deu um céu bonito, neve e muitas lhaminhas num cenário pra lá de bucólico! Sajama (22/07 a 27/07, 5 dias) Chegamos exaustos de 7h de viagem de trem + 5 de van, sem contar as paradas. Então a única coisa que queríamos era chegar no hostel. Ficamos no Hostal Osasis (http://hostal-oasis.com/) que fica bem na entrada da cidade. Vista da praça central e igreja ❤️ Sobre hospedagem, importante abrir pequeno-grande um parêntesis: Sajama é uma vila indígena aymara que vive basicamente do turismo de montanhismo de gringos e galera, igual a gente, que quer conhecer um local diferente e ficar entocado na montanha. Apesar das atrações ser bem parecidas às do Atacama (contando com geisers, lagunas altiplanicas, etc., etc., apesar de proporções modestas) é um local bem menos badalado. Quando saímos para a viagem, gostamos de deixar tudo certinho, principalmente as reservas pra não termos surpresa. Os dois únicos hostals que tem site em Sajama são: Oasis e Sajama. Entretanto, cada uma das famílias da cidade tem seu próprio alojamento, muitos inclusive sem nenhuma propaganda, já que o acesso a internet já é bem limitado. Então, podem ir sem medo de não ter reserva, pois além de contribuírem com a uma maior rotatividade da economia local, vocês podem ajudar essas famílias que acabam perdendo clientes pros dois maiores hotéis da vila. Caso ainda sim queiram ir com a estadia garantida e agendada, vou deixar aqui o contato de whatsapp da Reina: +591 74840766. Nós conhecemos por meio da sua mãe, que tem tienda America em uma das praças da cidade. A hospedagem dela é um pouco mais pra dentro na cidade, cabaninhas muito simpáticas e recém-construídas, além de terem um preço mais em conta. Um alerta: se vocês, assim como eu, tiveram problemas de adaptação com a altitude, peguem leve em Sajama! Aqui é ainda mais alto que Potosí, já que a região fica a 4.200+ de altitude. Isso influenciou bastante no nosso ritmo e foi muito bom termos ficado bastante tempo! Quase todos os passeios são longe, não existe um complexo de transporte e roteiros turísticos aqui. A prática é você fechar com moradores que tem carro, e eles em geral apenas levam; dificilmente ficam com você para trazer de volta. Levando em conta que boa parte das atrações ficam a, pelo menos, 6-8km de distância, precisa-se estar bem adaptado à altitude e com bastante preparo! Nossos passeios fora basicamente dois nesses dias: Mirador de Sajama, que fica bem próximo à vila. Por um sendero que começa por uma das ruas do povoado, você segue em direção ao monte mais próximo. É bem fácil de encontrar, apesar de tudo estar bem nevado e ter sido difícil de encontrar o caminho. Pelo mesmo motivo, foi difícil chegar ao topo (além da falta de ar haha ), mas conseguimos ir até a metade do caminho e valeu super a pena! Com o local mais seco, tenho certeza que vocês vão conseguir ir até o topo, não é muito íngreme e até a Regina que tem problemas de joelho foi traquilamente. Mirador a meia altura! Laguna Huañacota, que fica a mais ou menos uns 9km do povoado. Como dissemos, é possível ir de carro e voltar a pé, é o que geralmente as pessoas fazem. No nosso caso, fizemos os mais de 18km de ida-volta à pé, beeem devagar. Foi cansativo mas valeu a pena, tendo inclusive uma companheira por boa parte do caminho, uma perrita chamada Luna que foi nos mordendo o calcanhar até a laguna! rs No mesmo caminho dessa laguna existe algumas termais; a principal fica entrando por uma bifurcação da estrada principal, mais ou menos ha uns 2-3km da cidade. Acabamos não indo, mas vale a pena! Panorâmica da Laguna Huñacota (Luna pode ser vista pro canto direito da foto haha) Os dois passeios são coisa pra metade de um dia; mesmo a laguna e seus muitos km a ser percorridos podem ser feitos em 6 horas tranquilamente. Caso pensem em passar nas termais, saiam mais cedo que conseguem fazer tudo em 8-10h tranquilo. Apesar de ainda existirem outras muitas atrações (pelo menos mais uma laguna e geiseres, além de pueblos próximos) acabamos por optar por descansar e viver um pouco o vilarejo. O esquema é muito familiar e não existem restaurantes; para você almoçar ou jantar, precisa falar em alguma das tiendas com as cholas e marcar um horário que passarão para comer. Fazendo isso em um lugar a cada dia, você conhece diversas famílias e conversa com muitas pessoas. Com isso aprendemos muito sobre o funcionamento da cidade. É literalmente uma comunidade indígena que se urbanizou e semi-modernizou; aqui, todos tem responsabilidade para com o bem público. Todos os meses, no dia 28, as pessoas da cidade se reúnem pra conversar sobre o que tem acontecido, os problemas e as soluções, construções que precisam ser feitas, etc. Também são os proprios moradores que fazem a limpeza das ruas e, pelo que nos foi dito, fazem uma coleta seletiva e o que podem vendem/reciclam em La Paz. Fiz questão de tirar foto da placa de uma das pontes da cidade, por constar essa parada do trabalho popular. O parque, como sabem, tem uma entrada que custa 100bobs por pessoa; infelizmente, pelo que nos foi dito, esse dinheiro não é revertido para a comunidade, apesar do governo entrar com uma parte das obras estruturais, mas ao que parece boa parte é feita pelos próprios moradores. Acho que conhecer mais sobre o pueblo e seus moradores, pra mim, foi um dos pontos altos do rolê e valeu mais que qualquer laguna, geiser ou mirador. Se forem até lá, façam isso! Vista da Tienda America, lugar onde almoçamos algumas boas vezes com a dueña Benigna e conhecemos bastante da cidade. [van] Sajama - Tambo Quemado e [busão] Tambo Quemado - Arica (28/07) Essa foi uma das dificuldades que encontramos, principalmente de encontrar relatos precisos sobre como chegar no Chile a partir de Sajama. Como o lugar é um pueblo e não tem rodoviária nem serviço de transporte que não seja até Patacamaya, o caminho mais fácil e lógico é o de Oruro-La Paz. Se o roteiro de vocês for esse, vão sem medo. Se tiverem como objetivo chegar em Arica, vocês precisam conseguir uma van até Tambo Quemado, que é uma parada de caminhões próxima à divisa Bolivia-Chile. Logo que chegarem na cidade, conversem com alguém da trans-sajama. Demos sorte de conhecer o David, um senhor muito gentil que, por coincidência, iria à Tambo no dia que partiríamos (calhou de ser o dia que tem uma feira de artesanato que eles vão rs). De qualquer forma, não é nada difícil de conseguir uma carona até lá. É preciso chegar cedinho, lá pelas 8h, pois o primeiro busão de La Paz pro Chile começa a passar por ali la pelas 9h30-10h. Pelo que nos disseram são um total de 5 ônibus e, com certeza, um deles vai ter lugar. No nosso caso, o primeiro que passou já tinha exatamente dois lugares vagos e fomos nele mesmo! Por ser internacional, eles aceitam tanto bolivianos quando pesos chilenos; pagamos 100 bolivianos por passagem, se não me engano. Mas é basicamente isso; sem muitos problemas conseguimos chegar no Chile. Ah, importante! 🧐 na fronteira nos pediram a carteirinha de vacinação internacional de febre amarela; não esqueçam de levar! A viagem dura umas 5h e, logo no começo, passa-se pelo parque Lauca (parque irmão do Sajama do lado Chileno); se tiverem o interesse, vale descer e conhecer e depois pegar outro ônibus, apesar de ser um rolê caro, visto que se paga o preço cheio da viagem duas vezes. Pela janela já é uma ótima visão! ❤️ Vista da janela do busão do Parque Lauca ❤️ Enfim, a viagem envolve a descida dos Andes de 4.200m até o nível do mar. Pode se preparar pra bastante sono e vertigem; mas é lindo também e foto nenhuma consegue captar o que se vê com os olhos ali, sem dúvida algo que vale a pena ser feito! Arica (28/07 a 29/07, 1 dia) Chegamos em Arica no meio da tarde. A cidade costaneira do lado do Pacífico fica muito, mas MUITO próxima do Peru. Já no terminal é possível ver ônibus que partem para Tacna, que fica algo como 50km de Arica. Infelizmente não tínhamos tempo, mas nossos planos era ter subido até Cusco, passando por Arequipa, como muitas pessoas fazem. Saímos da rodoviária e estranhamos o asfalto e o trânsito, depois de tanto tempo em Sajama. Ficamos no aribnb do Sebástian e Ricardo, que fica bem pertinho da praia. Coisas que aderimos à dieta quando voltamos: pão com palta (abacate) Arica foi apenas um local pra que a gente voltasse pro Brasil, então nem pensamos muito onde ir ou o que aproveitar. Chegamos de Sajama e só pensamos em cair na cama e dormir. No dia seguinte, arrumamos nossa mala e deixamos tudo pronto pra sairmos à noitinha. Saímos pra explorar a cidade. Arica é uma cidade bem pequena e, ficando onde ficamos, da pra ir e voltar a pé ao centrinho que tem a maior parte das atrações. Dia nublado e na praia, vendo o Pacífico! No fim da noite, combinamos com Sebastian um Uber que nos levaria ao aeroporto e partimos. [aereo] Arica - Santiago (29/07) e Santiago São - Paulo (30/07) De novo passamos a noite no aereo, dessa vez mais cansados ainda. Mas, apesar de tudo isso, voltamos pro Brasil revigorados!

Ubatuba

Posted: 28 Oct 2018 07:05 PM PDT

Aliás,muito lindas todas as fotos,especialmente a do por do sol no busão e do Matheus observando a paisagem

Ubatuba

Posted: 28 Oct 2018 07:04 PM PDT

Gostei muito do seu relato,obrigado por compartilhar,já anotei a dica do Ki-Beirute hahahaha

Chapada diamantina ano novo até único de janeiro

Posted: 28 Oct 2018 06:52 PM PDT

Chego na Chapada dia 30/12 e você?

Companhia americana do Sul

Posted: 28 Oct 2018 05:36 PM PDT

Ola Larissa td bem? Irei em Fevereiro ao Chile

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